A importância do compliance e da governança corporativa para a segurança da informação nas empresas

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Dentre as áreas que têm impactado profundamente o mundo dos negócios, a governança corporativa e a Tecnologia da Informação (TI) estão entre as mais relevantes. Embora em muitas companhias ambas sejam tratadas de forma distinta, as duas áreas devem atuar com uma abordagem conjunta em face dos requisitos cada vez mais abrangentes das empresas, garantindo que os investimentos na área de segurança sejam mais precisos.

Com a demanda do mercado de um profissional mais focado no monitoramento do ambiente como um todo e a definição de criticidade e disponibilidade dos arquivos, o cargo de Chief Information Officer (CIO) foi dividido em dois, o Chief Information Security Officer (CISO), que é o responsável pelo monitoramento de toda a segurança e o Chief Technology Officer (CTO), que deve comandar toda a área de tecnologia, garantindo o cumprimento dos processos previamente estabelecidos para a proteção das informações.

Afinal, antes de definir níveis e controles de proteção e políticas, é preciso que as empresas façam um mapeamento do seu próprio negócio e classifiquem as informações e qual o nível de criticidade das mesmas. Depois, é necessário definir quais as regras, cartilhas, políticas e métodos de aplicação da segurança da informação. E esse é o papel tanto do compliance quanto da governança, que devem apontar quais devem ser os processos e a disponibilidade dos dados.

Assim, a governança corporativa assume um papel cada vez mais vital para as organizações, por englobar tudo o que envolve a busca por um ambiente mais seguro. Funcionando como uma orquestradora de processos, políticas e auditorias, é capaz de auxiliar na garantia da segurança e da integridade dos dados de uma companhia, gerando estratégias, orientando e fiscalizando a gestão no tratamento da segurança e da capacidade digital. Garante ainda o preparo dos colaboradores, ao definir níveis de conhecimento técnicos e cursos necessários, garantindo que os funcionários estejam cada vez mais envoltos nos processos de segurança da companhia.

Em geral, para ser bem-sucedida, uma política de governança corporativa deve envolver um processo de contínuo aprendizado, revisão e adaptação. Para isso, as organizações precisam ser proativas e estratégicas em relação à segurança. Ameaças e incidentes são, por vezes, inevitáveis, mas tornar a segurança corporativa e a de TI em pontos estratégicos e prioritários, pode ajudar na proteção de informações valiosas.

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