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Aprenda sobre rede de distribuição de conteúdo

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CDN



O termo CDN pode parecer técnico e distante da realidade da maioria. Mas já é bastante difundido e, com o aumento do consumo de conteúdo e troca de dados via download e upload na internet, essa tecnologia é fundamental para a distribuição de arquivos, documentos, áudio, vídeos, para trabalhar em home office, entretenimento, estudo, venda online, ou seja consumo de conteúdo em geral via web.

A Content Delivery Network é um termo em inglês que significa "Rede de Distribuição de Conteúdo". Trata-se de uma tecnologia que armazena uma cópia em cache dos conteúdos em diversos servidores pelo mundo para fazer a entrega, sem sobrecarregar o servidor de hospedagem, de forma mais rápida e com menor latência, já que faz a entrega pelo servidor geograficamente mais próximo da requisição e não pelo de origem. O principal objetivo de uma CDN é proporcionar a distribuição de conteúdo com um alto desempenho e disponibilidade.

Esse serviço é útil para empresas de diversos segmentos e diferentes portes. Entre elas, estão lojas virtuais, portais de notícias, Internet Banking, setor público, sites de negócios B2B (empresas que vendem para outras organizações), entre outros, que exijam alta demanda de tráfego de dados.



CND ajuda quem não tem uma infraestrutura robusta para suportar o pico de acessos a um site, por exemplo.

A CDN suporta muitas conexões simultâneas, tem banda distribuída e o seu sistema é distribuído pelo mundo. O internauta acessa a CDN, o sistema vai à infraestrutura, pega o conteúdo uma vez e distribui várias vezes. Então, o site que gera esse conteúdo não precisa ter uma infraestrutura e nem muita banda para suportar os picos de acessos.

A Content Delivery Network, portanto, funciona como "uma teia" de diversos servidores que trabalham para regionalizar o armazenamento e a entrega de dados, o que facilita o acesso a conteúdos em diferentes regiões do mundo.

A CDN permite que o conteúdo seja distribuído com mais eficiência, reduz a latência do processo de transferência de informações, aproveita da melhor forma a largura da sua banda e reduz a sobrecarga ao servidor de origem.

Rotas mais curtas



Diferentemente do que muitas pessoas pensam, o tráfego dos servidores de hospedagem da operadora que fornece a internet para casas, empresas e etc, na maioria das vezes não é entregue diretamente para o dispositivo do usuário final, podendo percorrer distâncias muito mais longas e por inúmeros caminhos.

Ter uma boa conectividade envolve trafegar na web com rotas rápidas, curtas e otimizadas. Quando um provedor de trânsito ou uma operadora são bem conectados, ou seja tem vários upstreams, downstreams e peers, o tráfego consegue passar pelo melhor caminho até chegar ao seu destino final.



Os PTTs, por exemplo, “encurtam” esse processo e fazem com que a informação chegue rapidamente. Não adianta o provedor de trânsito ter só uma conexão com o exterior.

Trânsito com mais performance



Você já deve ter percebido como as redes são descentralizadas na internet. Além de estar presente em PTTs, pontos de troca de tráfego privados e/ou data centers, é fundamental ter parceiros que se preocupam não só com a entrega, mas com a performance e a segurança do trânsito.

Dessa forma, é ideal contar com quem tem melhor conectividade, alta performance e rotas otimizadas para poder oferecer a melhor experiência em videoconferências e trabalhos remotos e outros serviços que exijam alta demanda de tráfego de dados, além de evitar a sobrecarga em sistemas e aplicações, e com segurança.



Principalmente em cenários nos quais a produtividade depende da internet e de uma boa infraestrutura de rede, conexões ruins e com baixa performance podem ser prejudiciais. Sendo assim, a boa conexão se torna essencial e a CDN apresenta um papel importante nesse sentido.

Economia com infraestrutura



O ponto principal da CDN é a relação custo-benefício. Pense da seguinte forma: com o home office adotado pela maioria das empresas na pandemia da COVID-19, a infraestrutura de rede passou a ser mais exigida, certo? Isso porque o principal meio de trabalho passou a ser a internet.

A CDN é capaz de suportar uma maior quantidade de acessos, garantir qualidade e performance da conexão. Afinal, investir em uma infraestrutura mais robusta para suportar temporariamente os picos de acessos maiores poderia ser uma solução cara pensando em longo prazo, já que a demanda da maioria das empresas voltaria a ser menor.

Com o aumento da demanda, a infraestrutura teria que suportar um pico de acesso maior. A CDN é feita justamente para auxiliar quando há um grande volume de tráfego, sem precisar do investimento local em infraestrutura e processamento. Existe uma relação interessante de custo-benefício nesse caso.

Otimização de recursos



Como já mencionado, a CDN é capaz de suportar uma grande quantidade de acessos e garantir qualidade e performance da conexão, e por isso desempenha um papel fundamental. Também apoia na otimização do uso de banda e sobram recursos na rede que podem ser utilizados, como um servidor de e-mails, por exemplo.

Como funciona uma CDN que combina performance à segurança?



Ao contribuir com a entrega de notícias, blog post, imagens, vídeos e arquivos, a CDN diminui a sobrecarga de servidores que fazem a hospedagem de páginas e aplicações na internet, diminuindo assim a necessidade de investimento em infraestrutura de processamento, o que resulta em economia e outros benefícios.

Otimização de recursos



A Content Delivery Network proporciona diversas vantagens, sobretudo em questões relacionadas à melhora não só da performance e disponibilidade, mas também da segurança e conectividade robusta.

O apoio de uma rede de distribuição bem conectada no território nacional traz um ganho significativo de performance, diminuindo a latência e reduzindo o tempo de resposta dos servidores na hora de entregar os conteúdos. Esse é um grande diferencial para a entrega de conteúdo local em relação a outras soluções que possuem infraestrutura somente no exterior.

Segurança



A Content Delivery Network apresenta o seu próprio sistema de proteção capaz de impedir o tráfego de origens aparentemente não confiáveis. Dessa maneira, o sistema impede que scripts maliciosos roubem dados sensíveis e também protege contra a ação de crackers às aplicações web.



Quando ocorre uma uma investida maliciosa em um site ou a uma aplicação, a CDN funciona como uma barreira, já que o atacante verá um universo pequeno de máquinas do sistema. Se ele tentar atacar o servidor para tirá-lo do ar, por exemplo, não terá visão total dos serviços. Dessa forma, se o site ou a aplicação utilizarem a CDN, estarão se protegendo além de acelerar a entrega de seus conteúdos, pois o ofensor terá dificuldade para verificar o servidor original. Além de invasões e intrusões às camadas de aplicação, a CDN também protege contra ataques de negação de serviço.

A negação de serviço é uma tentativa de sobrecarregar o sistema ou a capacidade computacional e, consequentemente, tornar os seus recursos indisponíveis aos usuários, já que os ataques visam tornar as páginas de um site ou aplicações hospedadas indisponíveis na rede.

Por que o cliente deve escolher a CDN de quem é especialista em mitigação de ataques DDoS?



A Content Delivery Network, além de distribuir o conteúdo de forma rápida, eficiente e segura - mesmo durante altos picos de acesso, dispensa o investimento em infraestrutura e processamento, contribuindo para redução de gastos sem que seja necessário a perda de performance, muito pelo contrário.

Considerando todos esses benefícios, vale muito a pena investir nessa tecnologia, ainda mais contando com uma empresa com vasta experiência no mercado de redes e mitigação DDoS.

Streaming



A transmissão via streaming vem sendo cada vez mais utilizada para várias finalidades, como, trabalho remoto, treinamentos, cursos, entretenimento, vendas, entre outras. Basicamente, serviços de streaming são aqueles que viabilizam a transmissão de diversos tipos de conteúdo pela internet, sem que o usuário tenha que fazer um download para ter total acesso a eles, e que podem ser consumidos ao vivo ou sob demanda.

Para ter sucesso, uma transmissão via streaming depende de uma boa infraestrutura e um bom serviço de distribuição. Muitas rádios começaram a incluir sua programação em novas plataformas, como Spotify e Deezer. Mas para isso, é necessário um requisito importante. Descubra a seguir qual é esse requisito, suas características e como a UPX pode ajudar!

Entenda como acontece uma transmissão via streaming



Para agregar ainda mais conhecimento, convidamos Kurt Urban, diretor de redes e operações da UPX para discutir tudo sobre o assunto: como o streaming funciona, como vem crescendo e os diferenciais da nossa solução.

O crescimento da transmissão via streaming no Brasil



A pandemia da Covid-19 resultou em uma explosão de videochamadas corporativas durante o home office, lives de música e uso de plataformas de jogos e entretenimento, além da expansão de novos serviços de ensino à distância — EAD.

Mas, além disso, deixou claro como essa estratégia pode significar novas oportunidades para negócios em todos os setores.

Por necessidade ou não, as transmissões de vídeo e áudio ao vivo ou sob demanda feitas durante esse período tiveram imenso crescimento em engajamento e visualizações, o que chamou a atenção de todo o mercado.

A verdade é que, até pouco tempo, a própria infraestrutura brasileira impedia o alcance em larga escala desse tipo de mídia. Sempre houve uma grande dificuldade de penetração da internet banda larga em nosso país.

Mas a popularização de smartphones, da tecnologia 4G e o crescimento de operadoras regionais descentralizadas está transformando essa realidade.

Com essa expansão vem também mais competitividade e necessidade de criar diferenciais para se destacar. É por isso que entender o formato e investir na tecnologia por trás faz toda a diferença.

A transmissão do streaming e como ela funciona



Existem duas formas de streaming: a transmissão ao vivo e a sob demanda. A diferença está apenas na forma como o conteúdo é disponibilizado, sendo produzido ao vivo ou armazenado em servidores para serem consumidos a qualquer hora.

Mas a tecnologia e a infraestrutura por trás são bem semelhantes:

áudio e/ou vídeo são captados pela câmera do usuário e passam por um encoder — software que converte aquela informação em dados compatíveis com outros dispositivos e players;
esses dados (os arquivos on-demand ou o cache da transmissão ao vivo) são enviados pela internet para um servidor;
esse servidor disponibiliza o acesso de todos os usuários pela internet para que consumam o conteúdo enviado.




Protocolos de streaming



Existem diferentes protocolos e tecnologias para a transmissão via streaming, seja ela ao vivo ou sob demanda. Cada um é ideal para tipos específicos de conteúdos e objetivos da empresa que investe no serviço.

Para áudio, os protocolos mais utilizados são Shoutcast e Icecast. Criados no fim dos anos 1990, são capazes de codificar e enviar o áudio para servidores que armazenam ou transmitem em tempo real o conteúdo para os ouvintes. Mesmo sendo antigos, ainda são os mais utilizados por sua compatibilidade incrível entre máquinas e sistemas e a eficiência na compressão.

Já para vídeo, a melhor opção (e que a UPX utiliza) é o HLS. Desenvolvido em 2009, esse protocolo é moderno e leva a compatibilidade com smartphones em conta para adequar a tecnologia ao consumo mobile de conteúdo que vem crescendo tanto.

A sua sigla vem de HTTP Live Streaming, ou seja, ele utiliza a conexão padrão de todos os navegadores. Assim, não requer instalação de programas, players ou plugins. A entrega é direta tanto para vídeo quanto áudio, utilizando benefícios do protocolo para aceleração de entrega e facilidade de integração.

Diferenças entre streaming ao vivo e on-demand



Os protocolos e encoders utilizados na transmissão via streaming podem ser feitos de duas formas distintas. Inclusive a combinação entre os dois modelos é geralmente uma estratégia mais completa para entregar conteúdo aos clientes.

O streaming ao vivo é aquele em que o sinal gerado é enviado em tempo real para o público. Nesse caso, não há necessidade de armazenamento. Áudio e vídeo são capturados e convertidos usando o encoder, para então serem transmitidos de servidores diretamente pela internet.

Com o uso de tecnologia e serviços especializados como o da UPX, o streaming é enviado apenas uma vez para seus servidores e lá é gerenciado de forma a manter a estabilidade e qualidade independente de quantas pessoas visualizam a live ao mesmo tempo.

Já no on-demand, a transmissão é feita sob demanda. Nesse caso, o conteúdo já gravado (como vídeo-aulas ou podcasts) fica armazenado em servidores. Assim que o consumidor dá play, o stream daquele arquivo começa a ser reproduzido imediatamente. Isso tudo com baixa latência.

Diferenças entre streaming ao vivo e on-demand



Hoje existem muitas plataformas gratuitas para a transmissão via streaming, como o próprio Youtube e o Facebook. Mas Kurt vê essa possibilidade sob um outro ponto de vista: "A empresa não paga pela plataforma em si, que acaba usando outras formas de monetização, via propaganda de terceiros, por exemplo. E existem limitações do que pode ser feito. É algo que não combina com qualquer modelo de negócio".

Isso sem contar na limitação também para o conteúdo distribuído via on-demand. Com um serviço pago exclusivo, a empresa não só elimina as restrições possíveis como tem outras vantagens: suporte técnico de qualidade e ainda pode escolher a tecnologia mais viável para o negócio.

Diferenciais do streaming da UPX



Qualidade, suporte 24/7/365, diferentes tecnologias para diferentes cenários é exatamente o que o Streaming da UPX oferece para seus clientes. Veja e entenda quais são os diferenciais UPX que vão fazer suas próximas transmissões serem estáveis e entregarem uma boa experiência aos seus clientes.

CDN própria



Antes de elencar os diferenciais, é preciso esclarecer um ponto que muitas vezes é dúvida de quem contrata o Streaming. O serviço da UPX não engloba produção de conteúdo e nem a interface na qual ele é disponibilizado, somente sua distribuição. Kurt explica: "O cliente nos envia o sinal da transmissão. Nossa infraestrutura, Content Delivery Network (CDN) , com servidores espalhados globalmente, faz o trabalho de retransmitir o stream de maneira mais próxima a cada usuário, com latência mínima."

Como é a própria UPX que desenvolve e mantém a CDN, existe mais flexibilidade e agilidade na hora de atender as necessidades dos clientes em qualquer cenário.

Manutenção do sinal



Outro diferencial interessante que o diretor da UPX aponta é a flexibilidade de contar com uma rede diluída de máquinas para fazer as transmissões.

Quando a transmissão parte de apenas um ponto, qualquer problema é suficiente para tirá-la do ar para todos os usuários.

Com a divisão, o stream pode ser automaticamente remanejado para outra se uma dessas fontes apresentar problemas. A causa da falha é endereçada sem que os usuários sequer percebam que ela ficou indisponível.

Manutenção Integração simplificada e outros recursos do sinal



A infraestrutura de distribuição da UPX é compatível com HTML 5. Isso quer dizer que ela vai funcionar em qualquer dispositivo ou sistema que o usuário tenha compatível com esse recurso, sem necessidade de plugins e extensões.

Também existem diversas funcionalidades adicionais que podem ser incluídas para melhorar a transmissão, simplificar o gerenciamento e a distribuição do streaming. Embora hoje elas não sejam mais tão utilizadas, já que a qualidade das conexões e da banda entregues dispensam esse tipo de recurso.

Um exemplo é o chamado Auto DJ, que permite tocar playlists de vídeo e música automaticamente e manter uma transmissão ao vivo mesmo sem participação direta de um intermediário.

No quesito funcionalidade, a taxa variável de bitrate (VBR) é uma tecnologia que cria várias versões da mesma codificação de um arquivo.

Com níveis de qualidade diferentes, elas são enviadas automaticamente de acordo com a capacidade do link de cada usuário. Assim, mesmo que a qualidade da imagem caia por um tempo, isso impede a queda da transmissão, garantindo uma boa experiência para o usuário.

Fora as ferramentas adicionais, o que mais influencia na qualidade de um streaming é a infraestrutura e o serviço que o permitem. É preciso um bom serviço e banda suficiente.

Painel para análise de dados



Uma grande vantagem do serviço da UPX em comparação com os gratuitos está no acompanhamento de todos os dados de transmissão por um dashboard com tecnologia própria, design moderno e intuitivo que possibilita o controle do tráfego contratado e consumido.

Com ele é possível não apenas acompanhar a audiência em tempo real como consultar também seu histórico, comparativos semanais, segmentar e analisar indicadores que demonstram o sucesso ou não da sua estratégia.



Especialização em segurança digital



A UPX investe muito na segurança digital , e isso não é diferente em nosso serviço de Streaming e CDN. Kurt cita que até mesmo na distribuição de conteúdo sob demanda que é possível ter essa proteção extra. "Para conteúdos sensíveis, para venda ou de acesso ilimitado, nosso servidor cria um formato que gera uma chave específica para cada cliente."

Segurança nas transmissões



A segurança na transmissão de conteúdo é importante em diversos cenários. Principalmente quando o conteúdo é interno (material sensível) ou pago, permitindo que apenas usuários cadastrados tenham acesso.

Muitas das empresas que já aderiram ao streaming de áudio passaram a observar que os navegadores de internet começaram a mostrar os sites com um ícone de não seguro ou até uma mensagem de alerta. Para adequar a essa nova realidade, o protocolo HTTPS precisou ser incorporado no streaming usado em transmissões online.



Entendendo os protocolos SSL/TLS e HTTPS



Ao colocar um site no ar, uma das primeiras preocupações é configurar o protocolo de segurança Secure Sockets Layer (SSL), ou atualmente o Transport Layer Security (TLS), para que a URL contenha o “https://”, seja identificado nos diferentes buscadores como um site seguro, ajude no ranqueamento e passe uma confiança a mais para os usuários.

O HTTPS (Hyper Text Transfer Protocol Secure) é uma extensão do HTTP, com uma camada adicional de segurança que utiliza o protocolo SSL/TLS para criar uma comunicação segura entre o cliente e o servidor. Com essa camada adicional, os dados são transmitidos em uma conexão criptografada, garantindo que todos os dados transferidos permaneçam privados.

Por isso a UPX utiliza streaming com HTTPS, além de contar com uma equipe especializada para monitorar e identificar qualquer brecha de segurança antes que haja comprometimento do seu conteúdo.

Com a inclusão dessa camada de segurança no acesso (com protocolo SSL/TLS), a conexão passa a ser criptografada entre empresa, UPX e espectadores. Dessa forma, é virtualmente impossível que um criminoso consiga interceptar e capturar o sinal que está sendo transmitido.

Para proteger a integridade do conteúdo que o usuário acessa no servidor de streaming e evitar que terceiros capturem dados, as rádios passaram a implementar o HTTPS.

Além do ponto principal que é a proteção, as web rádios que possuem HTTPS podem incluir seus conteúdos no Spotify e Deezer que exigem esse protocolo de todas as empresas que pretendem utilizar essas plataformas, aumentando assim ainda mais os potenciais ouvintes e geração de novos negócios.

Suporte próximo e especializado



E não é só na segurança que alocamos nosso suporte e na performance dos serviços que entregamos. Se o grande foco da UPX está na excelência de seus serviços, isso só é possível porque também investimos muito nas relações com os clientes.

Se a transmissão via streaming está se tornando uma grande estratégia de operação e de negócios, nós damos ainda mais importância para possibilitar seu sucesso com conteúdo distribuído pela internet priorizando a melhor performance.

Ranqueamento de páginas



Garantir a segurança do site é um meio, inclusive, de conseguir um bom posicionamento nos buscadores e garantir credibilidade frente aos usuários. Desde 2014, o Google anunciou que o SSL é um dos fatores que beneficiam o posicionamento dos sites.

Crescimento de serviços de streaming pós-pandemia: como se adaptar a essa nova realidade?



Qual o principal legado que a pandemia do coronavírus deixará para a transmissão de conteúdo online por meio dos serviços de streaming?

O cenário de pandemia da COVID-19 provocou uma revolução na maneira como o mundo todo se comunica. Especialmente nas relações de trabalho, entretenimento, eventos online, no setor de educação, entre outros. Com isso, os serviços de streaming e o uso desse tipo de plataforma cresceram bastante.

Essa oferta trouxe mais comodidade e conforto para as pessoas, e transformou a forma de consumir conteúdo no mundo todo. Com isso, é possível estar no controle sobre o quê e em que momento é mais propício para assistir algo. Já se foi o tempo de ter que aguardar um determinado horário para ver o seu programa favorito e sujeitar-se às interrupções na programação em função de inúmeras propagandas e anúncios comerciais.

Assim sendo, quem quiser sobreviver no mercado deve se adaptar à maneira como as pessoas consomem atualmente conteúdos diversos como filmes, livros, aulas, músicas e shows — principalmente na era pós-pandemia. Inclusive, com o apoio da Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (AI), os serviços de streaming são facilmente capazes de descobrir e analisar todas as preferências do consumidor, e sugerir títulos que ele provavelmente se identificará e gostará mais.

Quais setores têm sido impactados por essa nova realidade?



Recentemente, foram lançados novos serviços de streaming de vídeo e de jogos, de gigantes como Apple e Google. A indústria de entretenimento via plataformas de streaming nunca foi tão considerada como uma excelente oportunidade de negócios como agora, especialmente em tempos de crise.

Da mesma forma que todos querem surfar nessa nova onda — e isso é muito bom para o consumidor porque garante a possibilidade de escolha e mais variedade —, também há um aumento da competitividade entre os grandes players do mercado. Quando falamos em serviços de streaming, a primeira coisa que vem à nossa mente é entretenimento, certo? Mas, na verdade, essas plataformas têm sido soluções bastante úteis e aplicadas em diversos setores da economia, como mostraremos a seguir.



Educação e ensino a distância



É muito provável que o formato de ensino sofra mudanças contundentes e irreversíveis. Por isso, a metodologia de ensino também precisará ser readaptada para o meio digital. Com isso, os professores — que hoje são muito experientes na sala de aula — precisam reaprender a como ensinar, usando a internet como principal meio de comunicação entre a instituição de ensino e os alunos.

Marketplaces



Como as gravadoras e os músicos conseguem ganhar dinheiro nesta nova era de serviços de streaming? Já não é de hoje que o mercado da música vem considerando essas plataformas como marketplace para atingir seus consumidores.

Além de álbuns musicais, plataformas como Spotify, Deezer, Apple Music também têm focado em outros tipo de produtos culturais e informativos em formatos de podcasts e audiobooks dos mais diversos modelos de negócio.

Mercado da moda



Assim como a comercialização de produtos culturais nas plataformas digitais e de streaming tem ganhado cada vez mais espaço, com o mercado da moda essa realidade também não é muito diferente.

Grandes marcas do setor ampliaram ou encontraram seu lugar no e-commerce, e têm buscado novas formas de fazer sua marca chegar até o público consumidor, seja através de influenciadores digitais e outras formas de parceria e ações na web.

O grande desafio agora fica para os pequenos negócios que foram obrigados a migrar para o digital, tem pouco recurso e conhecimento e precisam de muita criatividade para se manter vivos e conseguir decolar na web em meio a tantos concorrentes.

Por que se preocupar com segurança dos serviços de streaming?



Vamos imaginar que você é professor, dá aulas particulares e quer incluir seus serviços na modalidade online. Seria muito frustrante ter um trabalho enorme para gravar e editar seus vídeos, investir suas economias, recursos financeiros e tempo nisso para, rapidamente, ver seu conteúdo bloqueado, pirateado ou comercializado por um preço irrisório devido a alguns incidentes que prejudicam os usuários na internet.

É por isso que mesmo tendo muitas plataformas que permitem a produção de conteúdo sem custo, para determinados negócios essa realidade não é tão ideal. Principalmente quando gera receita para quem o produz, como é o caso de plataformas de Ensino à Distância e cursos online.

Plataformas de streaming pagas, além de terem mais recursos que possibilitam oferecer uma experiência muito melhor para usuários que consomem seus conteúdos, têm mais controle sobre o que, quem e como eles circulam, garantindo assim muito mais segurança , seja para quem transmite como para quem consome o serviço.

WAF



O WAF reduz o consumo de banda, infraestrutura e recursos operacionais. Implementar um WAF faz toda diferença!

Pense no e-commerce em que você fez uma compra recentemente ou até mesmo no site da sua empresa. Agora imagine o tamanho do prejuízo financeiro se ele sofresse um ataque.

Dependendo do porte da empresa milhões de reais podem estar em jogo ou até mesmo a continuidade dela no mercado. E esses são os principais riscos (incidentes cibernéticos e interrupção dos negócios) apontados por especialistas de 86 países, incluindo o Brasil, na pesquisa Allianz Risk Barometer 2019.

Afinal, o que é o WAF?



O WAF (Web Application Firewall) funciona como uma barreira e atua entre um site ou aplicativo e o restante da internet, bloqueando e protegendo uma aplicação web contra invasões, Spammers, DDoS, Injeções SQL, IPs com baixa reputação global, HTTP Smuggling, tag PHP aberta em páginas, Session Hijacking, direcionados à camada de aplicação. Seu principal objetivo é deter qualquer tipo de exposição de dados não autorizada em aplicações baseadas na web.



Como o WAF protege contra ataques à camada de aplicação?



O Web Application Firewall é implementado na proteção de sites e aplicativos como um proxy reverso, ele possui um filtro escalável que pode aplicar um conjunto de regras para uma conversa HTTPS, com o objetivo de proteger a aplicação e bloquear ataques comuns à camada de aplicação antes que eles alcancem os servidores de hospedagem.

Utilização



Além dele ser muito utilizado por e-commerces, também é recomendado para qualquer tipo de site, blog e aplicativos de celulares, pois protege contra manipulação de conteúdo exibido (pixação), por exemplo.

Benefícios de implementar um WAF



O WAF protege de forma customizada a camada de aplicação e otimiza custos, pois reduz o consumo de banda, infraestrutura e recursos operacionais, uma vez que filtra o tráfego proveniente de ataques que um site ou aplicativo recebe.

Resumindo: o Web Application Firewall aumenta a segurança, gera ganho de performance para o site ou aplicação e evita prejuízos financeiros causados por ataques. Implementar um WAF faz toda diferença!