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DDoS Defense · Mídia e streaming

Proteção DDoS para mídia e streaming

A transmissão ao vivo acontece uma vez. O ataque sabe disso.

Mitigação de rede para portal de notícias, streaming e produtora de conteúdo. O volume do ataque é absorvido antes do seu link, mantendo origem de vídeo, CMS e API de player alcançáveis durante a transmissão.

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O risco

Audiência concentrada, janela única

Em mídia, o pico de audiência e o momento de maior exposição são o mesmo instante: a transmissão ao vivo, a cobertura de última hora, a estreia. Não há como remarcar — o evento acontece uma vez, e a audiência está lá naquele minuto.

Quando o prefixo fica inacessível, não é o site que sai do ar.

A origem do vídeo

Se o origin cai, a CDN esvazia o cache e para de entregar. O player mostra erro mesmo com a borda funcionando.

A transmissão ao vivo

Conteúdo ao vivo não tem cache para servir. Quando o link satura, o stream corta para toda a audiência simultaneamente.

O CMS e a publicação

A redação deixa de publicar justamente na cobertura em que cada minuto de atualização conta.

A receita de publicidade

Impressão não servida é impressão não faturada, e o anunciante comprou aquela audiência naquele horário.

Exposição

A grade de programação é pública

Horário de transmissão, data de estreia e cobertura de evento são divulgados com antecedência — é assim que a audiência chega. A mesma informação diz quando a indisponibilidade custa mais.

  1. 01

    Transmissão ao vivo e cobertura de evento

  2. 02

    Estreia de conteúdo e lançamento de temporada

  3. 03

    Notícia de última hora, com pico de acesso súbito

Nas três janelas a mitigação já está ativa: o tráfego entra pela rede da UPX e a filtragem parte da detecção, sem acionamento.

A proteção, traduzida para a sua operação.

A oferta técnica é a mesma do resto do pilar. O que muda é o que ela significa aqui.

  • O volume não chega ao seu origin

    O ataque é absorvido na rede da UPX, em Equinix SP2 e Ascenty SP3. A sua origem recebe o tráfego já filtrado.

  • Protege o que a CDN não cobre

    A CDN serve a borda; o origin, o CMS e a API de player continuam atrás do seu prefixo — e é neles que o ataque volumétrico bate.

  • Sem terminação de TLS

    A mitigação é de rede e transporte, sem inspeção de payload: a sua chave privada e o conteúdo não passam decifrados por aqui.

  • Dado para o pós-evento

    Relatório por campanha com pico, vetores e volume absorvido, para o relatório de transmissão e para o anunciante.

Como funciona

Quatro etapas, nenhuma dentro da sua rede.

A ativação é por anúncio BGP: sem hardware no seu rack, sem agente na aplicação e sem redesenho de rede. Você continua dono dos prefixos e da política de roteamento.

  1. 01

    Anúncio BGP

    Os seus prefixos passam a ser anunciados pela rede da UPX.

  2. 02

    Desvio do tráfego

    Todo o tráfego de entrada dos prefixos passa pela rede da UPX.

  3. 03

    Filtragem

    O ataque é filtrado na rede da UPX, antes de consumir o seu link.

  4. 04

    Tráfego filtrado

    O tráfego filtrado é devolvido à sua infraestrutura.

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Perguntas frequentes

Dúvidas de quem opera neste segmento.

  • Já uso CDN. Ainda preciso de mitigação de rede?

    A CDN protege e acelera a entrega na borda, mas o origin, o CMS e as APIs continuam atrás do prefixo que você anuncia. Um ataque volumétrico contra o origin satura aquele link, a CDN esvazia o cache e a entrega para — inclusive para conteúdo ao vivo, que não tem cache a servir. As duas camadas se complementam.
  • A mitigação acrescenta latência ao stream?

    O tráfego passa pela mitigação em São Paulo antes de chegar à sua origem. Em túnel GRE existe overhead de encapsulamento e o MTU precisa de ajuste; em cross-connect o circuito é direto. Para transmissão ao vivo, o handoff é avaliado na qualificação.
  • Dá para ativar só durante uma transmissão específica?

    O modo Sob Demanda existe, mas para evento ao vivo ele é o desenho errado: a convergência BGP aconteceria com a transmissão no ar. Always-On deixa o tráfego já entrando protegido antes de o evento começar.
  • Em quanto tempo a mitigação começa?

    A mitigação é automática a partir da detecção: não há janela de abrir chamado nem autorização por vetor. Em Always-On não existe acionamento no momento do ataque, porque o tráfego já entra pela rede de mitigação. Em Sob Demanda, soma-se o acionamento e o tempo de convergência do BGP.
  • O que acontece com a latência?

    O tráfego passa pela mitigação em São Paulo, em Equinix SP2 ou Ascenty SP3, antes de chegar até você. Em túnel GRE existe o overhead de encapsulamento e o MTU precisa de ajuste. Em cross-connect o circuito é direto, sem encapsulamento no caminho.
  • A proteção cobre ataque na camada de aplicação?

    Não. O escopo é rede e transporte (L3 e L4), com mitigação específica por vetor. HTTP flood, abuso de API por credencial válida, injeção e bot de scraping são tratados por WAF e por bot management, que são produtos separados. As duas camadas se complementam: sem mitigação de rede o WAF nunca recebe a requisição, porque o link saturou antes.
  • O volume do ataque gera cobrança?

    Não. A banda suja absorvida pela rede da UPX não é tarifada nem limitada por contrato. A fatura não muda com o tamanho da campanha.
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